Ele foi contratado para protegê-la. Mas o que ele descobriu pode destruí-los.
Aura encontra sobre o próprio travesseiro uma fotografia de si mesma dormindo — tirada minutos antes, por alguém que entrou e saiu sem disparar um único alarme. No verso, quatro palavras: você não é quem pensa.
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Uma fotografia dela dormindo. Tirada minutos antes.
No verso, quatro palavras: você não é quem pensa.
Kael tem uma regra: nunca se envolver com uma cliente.
Vinte anos atrás, ele já esteve naquela casa.
Na noite em que o pai dela foi assassinado diante dele.
Ele já esteve naquela casa — vinte anos atrás.
Aura Valença acorda no meio da madrugada e encontra, sobre o próprio travesseiro, uma fotografia de si mesma dormindo — tirada minutos antes, por alguém que entrou e saiu sem disparar um único alarme. No verso, quatro palavras: você não é quem pensa.
O pai de Aura contrata Kael Moretti, ex-operador de forças especiais, para protegê-la. Kael tem uma regra: nunca se envolver com uma cliente. Aura tem outra: nunca confiar em um homem contratado pelo pai. Nenhuma das duas regras sobrevive ao inverno que passam isolados na Serra do Véu.
Mas Kael não foi escolhido por acaso. Vinte anos atrás, ele já esteve naquela casa — na noite em que seu pai foi assassinado diante dele. E Aura, que não se lembra de nada daquela noite, é a única pessoa viva capaz de revelar o que aconteceu de verdade.
"O Homem Que Deveria Me Matar" é um romance de suspense para leitoras que gostam de tensão que dói, revelações em camadas e um final que recompensa cada página até chegar nele.
Três verdades presas na Serra do Véu.
Um guarda-costas com passado na casa
Vinte anos atrás, Kael já esteve ali — na noite em que o pai de Aura foi assassinado bem diante dele.
Uma regra que não sobrevive ao inverno
Kael jurou nunca se envolver com uma cliente. Aura jurou nunca confiar num homem contratado pelo pai. Isolados na neve, nenhuma das duas resiste.
Uma verdade que pode destruir tudo
Quanto mais Kael se aproxima do que jurou descobrir, mais perto Aura fica de perder tudo em que sempre acreditou — inclusive a própria família.
Perfeito para leitoras que gostam do trope de guarda-costas e proximidade forçada, com segredos revelados em camadas e um perigo real, não fabricado.